Uma proposta promissora que não entrega

Cookie Queens, dirigido por Alysa Nahmias e produzido por Meghan Markle e Prince Harry, propõe-se a explorar o universo do Girl Scout Cookies — aquelas vendas que marcam gerações de americanos. O documentário promete abordar o fenômeno econômico e empreendedor por trás das meninas que vendem biscoitos, transformando o tema em uma narrativa sobre empreendedorismo juvenil.

O que os críticos elogiaram

Segundo o Variety, a ideia central é interessante: acompanhar como jovens Girl Scouts se transformam em pequenas empresárias. O potencial está em mostrar o lado empreendedor de meninas que desenvolvem habilidades de negócios desde cedo — um ângulo relevante para documentários sobre educação e empoderamento.

Os problemas apontados

No entanto, a execução decepciona. Para o Variety, o documentário “não trata de muita coisa” além de capturar momentos de empreendedorismo desconexos. O veículo esperava encontrar uma história richer: a história das Girl Scout Cookies (com suas 9 variedades atuais e dezenas de sabores descontinuados), o desenvolvimento cultural dessa tradição americana e o significado histórico das vendas ao longo das décadas. Em vez disso, o filme se torna “um reality-show ramble” — um passeio desorganizado sem foco narrativo claro.

O veredicto geral

O consenso da crítica internacional aponta para uma oportunidade perdida. A produção de nomes famosos não compensa a falta de profundidade, pesquisa histórica ou uma tese central que justifique sua existência como documentário. O projeto soa mais como um exercício de branding do que uma investigação genuína.

Vale a pena assistir?

Cookie Queens é um documentário que promete muito e entrega pouco. Se você busca uma análise profunda sobre Girl Scout Cookies ou empreendedorismo juvenil, procure em outro lugar — este filme não satisfaz nem curiosidades históricas nem oferece narrativa cativante.